Deputados do Acre declaram enfrentamento ostensivo à crise aérea

A Assembleia Legislativa promoveu nesta terça-feira (8) uma entrevista coletiva para anunciar medidas visando melhorar a mobilidade aérea no Acre. “A decisão de fazer entrevista coletiva é para dizer que a Aleac resolveu se tornar protagonista da crise aérea. É um problema que tem criado barreiras ao nosso desenvolvimento. Não pretendemos fazer demagogia”, disse o presidente em exercício da Aleac, deputado Pedro Longo (PDT).

Em breve, os deputados querem trazer ao debate o ministro dos Portos e Aeroportos, Marcio França, e representantes de agências e outros órgãos, além das empresas para uma audiência pública., Há várias propostas para tentar melhorar a mobilidade aérea no Acre. Segundo o deputado Nicolau Junior (PP) a meta é somar esforços. “É inadmissível não ter um voo de Rio Branco a Porto Velho”, disse. Ele pede voo diurno.

O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) disse que o Poder Legislativo mostra sensibilidade à crise aérea no Acre. “Uma crise cuja solução não é fácil”, disse o parlamentar enaltecendo a proposta de realizar audiência pública. “O tratamento com o Acre tem sido perverso por parte das companhias”, completou. A desoneração dos combustíveis não resultou em queda no preço das passagens e, por isso, ele defende um programa de aviação regional federal com impactos no Estado.

A Líder do Governo, deputada Michele Melo (PDT), disse que cada vez mais se mostra difícil sair do Acre para agendas no interior ou em Brasília. “Temos pessoas que saem para fazer tratamento e quando a gente para para entender não é mera questão pontual e sim uma crise de fato compreendemos que essa reunião é necessária”, disse.

O deputado Afonso Fernandes (PL) diz que os poderes devem estar envolvidos e o o deputado Gilberto Lira (UB) lamenta a falta de boa vontade das empresas em atender a população.

Já o deputado Tadeu Hassem (Republicanos) afirmou que a situação piora e que é papel da Aleac élutar pelos interesses dos acreanos.

O deputado Marcos Cavalcante (PDT)& disse que é hora de radicalizar porque não vê boa vontade das empresas em melhorar os voos.

O deputado Emerson Jarude (Novo) mostrou em vídeos tempos atrás que os preços das passagens aéreas ficavam mais caras que os trechos no exterior. “Resolver passa por incentivo fiscal e criar condições para se criar mais empresas”, disse.

A deputada Antônia Sales (MDB) disse que cobrar R$ 3 mil por uma passagem de Rio Branco a Cruzeiro do Sul é “um assalto” e Gene Diniz fala até em cartelização no caso.

fonte: ecosdanoticia

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