Pefeitura de Rio Branco promove inclusão de surdos por meio do ensino da Libras nas escolas da rede municipal de Educação

No Dia Nacional do Surdo, nesse 26 de setembro, a Prefeitura de Rio Branco realizou uma programação em alusão à data para assinalar as realizações do Município na promoção da inclusão por meio do ensino da Linguagem Brasileira de Sinais, Libras, nas escolas na rede municipal de Educação.

“Temos nas escolas as necessidades de crianças surdas, mudas atendidas” (Foto: Evandro Derze/Assecom)

No auditório da Secretaria Municipal de Educação (Seme) foi ministrada uma palestra para educadores, servidores da rede e pais de alunos com o objetivo de sensibilizar sobre a importância da atenção às pessoas com surdez, conforme explicou a secretária Nabiha Bestene. Ela destacou também a preocupação da gestão municipal em primar por uma educação cada vez mais inclusiva.

“Atualmente nós temos nas nossas escolas as necessidades de crianças surdas, mudas atendidas. Elas têm direito. Todos estão inclusos. Essa é a nossa preocupação e hoje a estamos aqui justamente para uma reflexão. Nas épocas antigas de Roma, aquelas pessoas que eram portadoras dessas necessidades eram alijadas e até mortas. Daí se viu depois na França e outros que não era por aí. Daí no Brasil, em 1857, no Rio de Janeiro, foi criada a primeira escola de surdos, nessa data 26 de setembro. Então, esse dia hoje é de comemoração. A gente não poderia deixar passar em branco”, destacou.

Neste sentido, as políticas públicas inclusivas de pessoas surdas ou com alguma outra deficiência auditiva, são desenvolvidas pela Prefeitura de Rio Branco, através do Centro de Formação Profissionais da Educação e Atendimento às Pessoas com Surdez (CAS/RBR).

Além da promoção do ensino de Libras nas escolas, tanto na educação infantil, quanto nos anos iniciais do ensino fundamental, através do projeto “Escola Acessível, Caminhos para o Bilinguismo”, por meio do CAS, há também a formação continuada para professores da rede municipal de Rio Branco, de libras e bilíngues, que são os que fazem a mediação da língua portuguesa para a língua de sinais e vice-versa.

A gerente do CAS, Sandra Assfury, informou ainda que é realizado um trabalho transversal com formação para os profissionais de outras áreas que atendem nas unidades de saúde, por exemplo.

“A gente tá realizando esse trabalho através do nossos professores de Libras que estão nas escolas e eles estão atendendo essas crianças também nas salas de AEE [Atendimento Educacional Especializado]. Além disso, trabalhamos a formação para promover a mediação na comunicação para pessoas com surdez”, pontuou.

fonte: https://www.riobranco.ac.gov.br/

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