Prefeitura de Rio Branco mostra realidade da subestação da ETA II responsável por abastecer 60% da capital

Reconstruída há dois anos e entregue para a administração da Prefeitura no final do ano passado, a subestação trifásica que atende as instalações da captação de água bruta da Estação de Tratamento de Água (ETA) II, já enfrenta dificuldades para a continuidade de seus serviços.

A estrutura da ETA II foi criada em cima de um maciço que se mexe e isso não é de hoje, tendo em vista que já existem estudos da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) e inclusive, decretos do Governo do Estado e Municipal falando sobre a situação de emergência deste local.

Além dos problemas de movimento de terra, a estação tem enfrentado grandes perdas como é o caso da decantação de água que atualmente dois terços já estão desativados, bem como alguns espaços que já estão cedendo, por exemplo, a passarela que dá acesso à torre.

Diante dessa situação, o diretor-presidente do Saerb, Enoque Pereira, destacou a importância da municipalidade estar pleiteando recursos junto a bancada Federal e a autorização de empréstimo que está na Câmara Municipal, haja vista que a ETA II é uma área que pode colapsar a qualquer momento.

“A Prefeitura não tem condições de arcar com tudo isso sozinha. Então quando o Bocalom fala que está disposto a ajudar e tem dinheiro é justamente através da saúde financeira municipal para que ele possa, por meio do empréstimo ter recurso para garantir que isso não vá comprometer Rio Branco, tendo em vista que essa ETA, trata 60% do abastecimento da capital. Se isso colapsar, mais da metade de Rio Branco ficará sem água e por um período que não poderemos prever”.

O gestor ainda explicou que intervenções devem ser feitas o mais rápido possível, tendo em vista que cada vez mais a estação vem apresentando falhas em seu funcionamento. A ideia é transferir a ETA II para a I, a fim de evitar um desastre na estação que atende 60% da capital.

“Nós tivemos problemas elétricos, neste final de semana. Infelizmente a ETA ficou para pôr 20h. Desde às 17h de sábado até às 14h40 de domingo, onde estive aqui e acompanhei o trabalho. Tudo isso está contribuindo. Esses problemas parecem bobos, mas compromete toda Rio Branco.”

Foto: Evandro Derze/Assecom
Foto: Evandro Derze/Assecom
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